Just beLIEve me

Terça-feira, Outubro 31, 2006

Put flowers in the mud, baby.

As coisas estão andando bem. Tudo quase igual ao de sempre: casa - trabalho - casa - encontrar os amigos - casa. A mesma rotina, só alguns pensamentos e sentimentos diferentes.

O número do celular mudou. O aparelho e a operadora também. Meu carro não me deu mais "prejuízos". Mas ele continua muito bagunçado, cheio de livros, apostilas, agenda, um óculos escuro [esperando pra ser jogado fora por ter sido esmagado pelo bumbum de alguém que, supostamente, sentou em cima dele], panfletos que recebo e não tenho coragem de simplesmente jogar na rua... Pra compensar a trégua do carro, meu computador pessoal continua "dando pau" e eu não tenho mais paciência com ele. Na verdade, eu continuo sendo uma mulher impaciente. Continuo estressada durante o horário comercial [nenhum minuto a mais, nenhum a menos] e o Jack Johnson continua sendo o rei dos meus horários do tipo "relax" ou daquelas horas "quero ficar sozinha e na boa". Sem falar no pobre do Bono, que não tem descanso [clique no título desse post e vá até a canção que eu ouvia enquanto escrevia esse texto]. O Morrissey tirou férias porque eu estou muito, mas muito bem, obrigada, e não preciso ouvir as músicas dele. Continuo estudando também: mais um módulo da pós-graduação passou. Continuo devendo visitas a uns amigos [Vivian, Ozzy e Ló, Sussu e Eduardo, Carol e Fábio]. Continuo detestando neguinho que olha pra mim e diz: e aí, "doidinha"?! Também continuo sem beber refrigerantes. Troquei por um copo de suco natural diário e frutas, muitas frutas. Estou adorando. Continuo sem badalar exageradamente. Mas eu também continuo tentando dar o máximo de atenção a alguns de meus amigos, que já se cansaram de reclamar de minha ausência. Saídas pra sentar numa mesa e conversar a noite inteira, sem correr o risco de ficar sem voz? Isso continua. Por falar em voz, eu continuo devendo uma visita ao médico pra continuar a tratar o calo que tenho nas cordas vocais. Comecei um tratamento e nunca terminei.

Continuo achando a chuva o máximo e ontem eu fiquei um bom tempo na janela da sala de minha casa, vendo a chuva cair, ouvindo atentamente os barulhos que ela provocava. Continuo com as minhas preocupações. O cara que eu atropelei nunca mais me deu notícias de vida e eu acho que vou ligar pra ele ainda essa semana. Continuo sem saber andar por Teresina. É, pasmem: eu não sei andar por essa cidade. 25 anos morando aqui. Engraçado é que estive em São Luiz há um mês atras e lá eu sabia circular mais ou menos direitinho. Eu ainda continuo com aqueles meus planos de viajar. Os de sempre. Agora eu quero visitar minha amiga Alexandrina, em Minas Gerais. Também queria ver a Juju, em Jeri. No mais, eu estou começando a sentir saudades de minha tia Dulcinéia, irmã de minha avó, que mora lá em Brasília. Quem sabe... tudo em seu devido tempo.

Até lá, vai tudo continuando, exatamente assim, do meu jeitinho.

Segunda-feira, Outubro 09, 2006

Esperar*

[do lat. sperare]: 1. Ter esperança em; contar com. 2. Estar ou ficar à espera de; aguardar. 3. Supor, conjeturar, presumir, imaginar. 4. Ter esperança em; contar com a realização de (coisa desejada ou prometida). 5. Estar reservado ou destinado a. 6. Aguardar em emboscada. 7. Contar; obter. 8. Ter fé; confiar. 9. Ter esperança; contar com uma realização (de coisa desejada); esperar por um bem. 10. Estar na expectativa. 11. Ter fé, confiar.

*Porque eu nunca fui uma mulher tão paciente quanto, muitas vezes, aparento ser. Aí, finalmente, ganho o título de mulher má.