Just beLIEve me

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

A estrada vai além do que se vê

Vamos parar de nos preocupar com a vida alheia e vamos tratar de pagar as nossas contas [que não devem ser poucas - pelo menos as minhas não são]. Vamos parar de exagerar nas fofocas, principalmente quando se mora em uma cidade como Teresina, onde todo mundo conhece todo mundo. Vamos parar de julgar as pessoas. Eu sei, todo mundo faz isso, todo mundo fala, inclusive eu. Mas niguém tem moral pra isso, quanto mais quando se vive em um mundo onde algumas mulheres nunca se importam se aquele carinha interessante é casado, os que se dizem amigos na verdade não são amigos e os que te dão o famoso "tapinha nas costas" te socam quando você vai embora.

Sejamos virtuosos e nos preocupemos em ajudar os amigos quando eles precisarem [e até quando não precisaram, até porque não custa nada dar uma forcinha]. Debochar de determinadas situações quase sempre dá uma m&*$# sem tamanho e a fedentina atinge dimensões que até Deus duvida. Vamos tratar de ficarmos mais presentes, nem que seja nas lembranças dos outros. E que sejam boas lembranças: uma música, uma foto, um filme, um lugar, uma atitude... Se quem fica com as lembranças tem alguma ruim, é só fazer delas um aprendizado. Nada mais além disso.

Vamos trabalhar com humildade e sem medo, com firmeza e confiança em tudo o que fazemos. Bajular e fazer média com as pessas é pura perda de tempo. Pelo menos pra mim, sempre foi. Eu sou Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, minha pós-graduação é Publicidade, Propaganda e Marketing. Não estudei/estudo pra [num liguajar bem tosco, porém direto] ser "baba ovo".

Vamos deixar de ser "maria vai com as outras". No Colégio Andreas eu tive um professor de matemática que se chamava Neto Ceará e ele sempre dizia: "Se junte, mas não se misture". Ainda hoje carrego essa frase comigo. É bom sempre lembrar nisso.

Vamos tratar de ouvir mais e falar menos. Vamos parar de substimar a inteligência alheia. Vamos fugir das precipitações e nos colocarmos no lugar de outras pessoas, já que não estamos sentindo na pele o que elas sentem em determinada situação.

Vamos parar de julgar as pessoas pelas coisas que vemos. Isso faz com que caia por terra todo e qualquer tipo de bom sentimento ou consideração. As coisas vão muito, mas muito além do que se vê. E tenho dito.